quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Arquivo: Telecartofilia em Campos dos Goytacazes


Ele esteve no auge na década de 90 e início do ano 2000. Com o passar dos anos, o avanço da tecnologia e a expansão das telecomunicações, os orelhões se tornaram a segunda opção entre a maioria da população.


Um dos proprietários da banca de jornal Três Irmãos, Washington Tavares da Silva, passou por toda transformação nos meios de comunicação. O empresário revelou que as vendas do cartão de orelhão caíram 50% nos últimos anos.


“Hoje em dia as pessoas só querem cartão de recarga ou recarga online para celular. A procura reduziu muito, mas ainda existem pessoas que compram até porque o orelhão salva a gente quando o celular não funciona ou descarrega. Um cartão de 20 unidades sai por R$ 3,00, o de 40 unidades por R$ 6,00 e o de 60 unidades por R$ 8,00”, falou.


A vendedora Conceição Regina Carneiro Fernandes, tem uma coleção de mais de 200 cartões de orelhão há mais de 15 anos. Para ela, colecionar os cartões é mais que um simples capricho é ter a recordação de diversas fazes do país transformadas em imagens.


“Tive a chance de vendê-los por muitas vezes, mas recusei todas. Eles destacam a natureza, personagens importantes e fatos históricos do Brasil. Na época eu não podia ter telefone fixo e precisava falar com parente de outras cidades e hoje tenho esse montão de cartões”, contou.

Reportagem publicada no portal Ururau em 15 de julho de 2013

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Orelhões cada vez mais raros

Todos os dias, 120 orelhões desaparecem das ruas do país.



De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), em 10 anos, o Brasil perdeu um terço dos aparelhos. Em 2004 eram mais de um milhão de orelhões, hoje, existem pouco mais de 800 mil.


Com 280 milhões de celulares no Brasil, os orelhões caíram em desuso. Segundo a agência, cada aparelho faz, em média, apenas duas ligações por dia e a quantidade de orelhões deve cair ainda mais. Em 2020, deve haver apenas um aparelho para cada mil habitantes.



A arquiteta e designer Chu Ming Silveira foi responsável por criar o orelhão, uma invenção com desenho simples, mas bem funcional.


Os primeiros orelhões foram instalados no Rio de Janeiro e em São Paulo, em 1972, quando Chu Ming era chefe do departamento de projetos da Companhia Telefônica Brasileira.

sábado, 21 de junho de 2014

Oi lança cartões telefônicos da Copa do Mundo 2014

A Oi, patrocinadora oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014, lançou cinco cartões de orelhão colecionáveis para celebrar o mundial. 


Há dois modelos com imagens do Fuleco, o mascote dessa edição da competição, e outros três com curiosidades sobre a história do torneio. 


Ao todo, foram produzidas 200 mil unidades, que serão distribuídas para todo o Brasil, exceto São Paulo, porque a Oi não atua no estado.


Os modelos que contam a história da Copa apresentam as seguintes curiosidades: o jogo com maior público foi o Brasil X Uruguai de 1950, com 199.854 torcedores no estádio;


Os maiores vencedores (o Brasil fica em primeiro lugar, com cinco taças, e Itália e Alemanha aparecem na sequência);


E o total de jogos e gols das 19 edições da Copa do Mundo (nas 772 partidas, a rede foi balançada 2.208 vezes).

Telecartofilia é cultura! Colecione.