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terça-feira, 25 de abril de 2023

Por onde andam os telecartofilistas?

Fazia um bom tempo que não abria a minha conta no Facebook, quando resolvi espiar as dezenas de mensagens pendentes e uma delas era do Elton Conte, que tem um canal no YouTube chamado Colecionando e queria que eu partipasse de uma transmissão ao vivo para falar sobre o meu blog Telecartofilistas.

 

Telecartofilista é o colecionador de cartões telefônicos, um hobby muito popular nos anos noventa e que me rendeu muitas histórias. Foi também o tema que escolhi para escrever um blog e começar a minha trajetória de criação de conteúdo para Internet. Comecei a colecionar na época do ensino médio, no fim dos anos 90, quando o sistema Telebrás tinha operadoras estaduais e emitia cartões telefônicos temáticos e culturais de cada região do Brasil. 

Criei o blog Telecartofilistas em 2007 e o mantive durante dez anos com publicações que alcançaram mais de 880 mil visualizações. Por conta do blog, me tornei um criador de conteúdo e trabalhei profissionalmente com marketing digital para diversos artistas. 

Entre as histórias que compartilhei durante a transmissão, lembrei que conferia cada orelhão (telefone público) no caminho para escola para ver se alguém havia deixado algum cartão telefônico usado, a vez que comprei dezenas de cartões telefônicos da série Senhor dos Anéis e vendi para meus colegas de faculdade pedido para me devolverem quando acabassem os créditos e o cartão telefônico da Letônia que mandei personalizar e recebi pelo correio. 

E você, também colecionou cartões telefônicos ou ainda coleciona? Hoje em dia, estão cada vez mais raros e se tornaram uma relíquia, mas ainda rendem muitas histórias. Muito obrigado pela leitura e até a próxima!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Doação de cartões telefônicos

Quem estiver interessado em aumentar a coleção ou adquirir repetidos para trocas, temos alguns colecionadores doando seus cartões telefônicos.


São aproximadamente 500 cartões telefônicos da Telebrás e CRT da década de 90. Deixe o seu contato para receber doações ou anunciar uma doação também.

Telecartofilia é cultura! Colecione.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Últimos cartões telefônicos emitidos no Brasil

Os cartões telefônicos de orelhão começaram a ser testados no final dos anos 80 e comercializados no início dos anos 90 no Brasil. Tiveram seu auge nos anos 2000 com milhares de exemplares emitidos e tiragem de milhões de cartões.


No último ano, assim como no fim dos anos 80, apenas dois cartões telefônicos foram emitidos.



Em 2015, apenas cartões telefônicos pré-pagos foram emitidos.



Já em 2014, foram os últimos lançamentos das empresas Oi, Sercomtel, Vivo e Algar Telecom.



Atualmente, os cartões telefônicos são tão pouco utilizados que se tornaram tão raros quanto no início da implantação do sistema.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Cartões comemorativos

A ex-funcionária Luciana Camposo está oferecendo dois cartões telefônicos comemorativos no folder distribuídos aos funcionários na época da privatização da Telerj para Telemar.


Os interessados devem entrar em contato através do Facebook.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Mitos da Telecartofilia: Falando com o Mundo

Na época da implantação do telefone público a cartão no Brasil, muitos cartões telefônicos de demonstração foram distribuídos em eventos.


É o caso do exemplar Falando com o Mundo, fabricado pela Interprint no ano de 1993.


Esses cartões não foram comercializados, ou seja, eram distribuídos gratuitamente entre os participantes do evento. Por isso, é muito raro e custa 500 reais em média.

Telecartofilia é cultura! Colecione.

Faça sua oferta!

Muitos colecionadores estão se desfazendo da coleção, mas não sabem o valor dos cartões telefônicos.


É o caso do Fabinho Oliveira, que está recebendo propostas pela sua coleção. Para fazer uma oferta, é só entrar em contato com ele no Facebook.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Coleção de mil cartões telefônicos a partir de 50 reais

Para quem está começando ou quer aumentar a coleção, vale a pena aproveitar oportunidades como esta. O colecionador Maykon Ferrari está se desfazendo dos seus cartões telefônicos por apenas 50 reais.


Para combinar o valor do frete, entre em contato através dos comentários do blog ou do perfil no Facebook.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Cartões telefônicos estrangeiros

Quem estiver procurando cartões telefônicos estrangeiros para coleção, o colecionador Edson Nogueira está oferecendo vários exemplares.



São cartões internacionais do Japão, Qatar, Portugal, Bulgária, entre outros. Quem se interessar pode deixar um comentário aqui no blog ou no Facebook.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Leilão

A partir de agora, temos também um espaço para a realização de leilões. Todos podem participar e parte da renda arrecadada será revertida para a manutenção do Telecartofilistas.



Clique nas imagens e dê o seu lance!



Quer colocar seus cartões telefônicos no leilão? Cadastre-se e participe!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Arquivo: Moradora de Brusque coleciona 50 mil cartões telefônicos

Eva Agassi, de 67 anos, iniciou a coleção dos itens em 1992 na cidade de São Paulo


Na década de 90, as ruas centrais da cidade de São Paulo transbordavam de camelôs que comercializavam cartões telefônicos. A coleção dos itens, naquela época, era febre sobretudo entre as crianças.

O neto de dona Eva Agassi, de 67 anos, era um dos aficionados pelos cartões. Foi por causa dele que ela começou a colecionar. O gosto pela cartofilia gerou tantos frutos que, hoje, a aposentada tem cerca de 50 mil cartões.

“Eu comecei porque ele gostava, eu colecionava para ele. Mas ele acabou deixando e eu assumi e continuo até hoje. É muito gostoso colecionar”, diz.

Morando em Brusque desde 2000, dona Eva lida com os cartões diariamente. Ela separa cada item em cerca de 30 álbuns. Além disso, ela também começou a catalogar os cartões no computador. Dessa forma, consegue saber quais já têm e quais ainda faltam.

“Eu não guardo cartões riscados. Eles precisam estar com boa qualidade. E também evito de ficar com cartões que ainda tem crédito. Eu prefiro cartão vazio mesmo”, explica.


Dona Eva possui tanto cartões nacionais quanto importados. Há itens referentes a estados, cidades, animais, comidas, desenhos animados, filmes, atores, objetos e partes do corpo humano. Alguns deles são como quebra-cabeças e formam grandes paisagens se colocados lado a lado.

Para ampliar a coleção e para trocar itens repetidos, anualmente a aposentada comparece ao encontro de cartofilistas de Timbó. O local, conta dona Eva, é o paraíso para todos os colecionadores.

“Há umas mesas gigantes onde cada vendedor expõe os seus cartões. Nós passamos o dia todo lá, saímos para almoçar e logo voltamos. É muito legal”, conta.

Além de trocar, dona Eva também compra os itens. Ao longo dos 24 anos dedicados à coleção, ela estima que tenha gastado cerca de R$ 20 mil. De acordo com a colecionadora, há cartões que variam de 30 centavos a R$ 5 mil.

“Vale a pena todo o investimento, porque é algo que eu tenho prazer de fazer”, diz. “Eu costumo comprar pela internet. Tem um senhor que mora no Guarujá que tem muitos cartões. Geralmente eu encomendo dele”, completa.

Embora em algumas cidades os cartões telefônicos estejam em desuso, dona Eva conta que em cidades menores do interior é extremamente comum o uso dos itens para os moradores se comunicarem.

Além da questão de colecionar, outro ponto que a aposentada também valoriza é a questão didática dos cartões, em especial, aqueles que mostram imagens referentes aos estados do Brasil.

“Atrás de cada cartão conta um pouco da história daquela imagem que está mostrando. Então os cartões também são como uma enciclopédia. Se uma criança pegar, ela vai aprender muita coisa”, diz.


Reportagem publicada no portal Município Dia a Dia em 31 de agosto de 2016

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Série Dia da Independência


Descrição: Dia da Independência
Operadora: CTBC
Emissão: 09/2005
Tiragem: 230.000
Fabricante: ICE

Telecartofilia é cultura! Colecione.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Série Esquadrilha da Fumaça

A Esquadrilha da Fumaça originou-se pela iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os Cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução, motivando-os para a pilotagem militar.


Com as aeronaves NA T-6, eram executadas manobras de precisão como "Loopings" e "Tounneaux" com duas aeronaves. Posteriormente, após os comentários em terra, onde discutiam todos os detalhes, os aviadores passaram a voar com três aeronaves e, finalmente, com quatro.


Em 14 de maio de 1952, foi realizada a primeira demonstração oficial do grupo. Após algumas apresentações, percebeu-se a necessidade de proporcionar ao público uma melhor visualização das manobras executadas. Com isso, em 1953, acrescentou-se aos NA T-6 um tanque de óleo exclusivo para a produção de fumaça. Foi assim que os Cadetes e o público, carinhosamente, batizaram a equipe de "Esquadrilha da Fumaça". A primeira escrita foi a sigla "FAB", nos céus da praia de Copacabana.



Em 1955, a Esquadrilha passou a ter cinco aviões de uso exclusivo, com distintivo e pintura próprios. Diante do elevado número de pedidos de demonstração, dava-se, então, o início da função de Comunicação Social da Esquadrilha, aumentando cada vez mais o número de cidades que passavam a conhecer a FAB por seu intermédio. Assim, a Esquadrilha da Fumaça foi aumentando o número de manobras e se popularizando cada vez mais no Brasil e no exterior, até que em 1963 foi transformada em "Unidade Oficial de Demonstrações Acrobáticas da Força Aérea Brasileira", única no mundo a se apresentar com aviões convencionais, até 1969.



Nesse ano a Fumaça recebeu sete jatos Super Fouga Magister que, por suas limitações técnicas, operaram até 1972. Como não haviam abandonado o velho T-6, continuaram as apresentações até que, em 1976, após 1.272 demonstrações, o então Ministério da Aeronáutica resolveu não utilizar mais a aeronave. A partir daquela data, a Fumaça cessou suas atividades por um breve período.



Alguns anos mais tarde, já na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga/SP, o seu Comandante incentivou a reativação da Fumaça. Após selecionar alguns instrutores, que passaram a treinar com os T-25 Universal que equipavam o Esquadrão de Instrução Aérea, colocou no ar o "Cometa Branco", o qual incorporou os procedimentos de segurança e a doutrina da antiga Fumaça.



Em 10 de julho de 1980, aconteceu a primeira demonstração daquele grupo de instrutores, durante a cerimônia de entrega de Espadins aos Cadetes que, naquele ano, haviam ingressado na AFA. Após 55 demonstrações, os "Tangões" passaram a incorporar a famosa Fumaça e, em 21 de outubro de 1982, era criado o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA).


Em 8 de dezembro de 1983, foram adquiridos os EMB-312 Tucano da Embraer, aeronave utilizada até março de 2013. Com o tempo, as aeronaves e as acrobacias mudaram. Embora com uma estrutura bastante diferenciada do início, a essência da Esquadrilha mantém preservado o espírito de arrojo e determinação do grupo, procurando resguardar, hoje, os princípios que lhe deram sustentação ao longo da sua existência.



Em março de 2013, a Esquadrilha da Fumaça iniciou o processo de implantação operacional e logística das aeronaves A-29 Super Tucano. As cores da Bandeira do Brasil continuam a compor a pintura do novo avião, que ganhou tonalidades mais fortes e marcantes: a própria Bandeira Nacional é destacada na cauda do A-29, ressaltando o alto grau tecnológico da indústria brasileira e o excelente profissionalismo dos pilotos da Força Aérea, além de evocar o sentimento patriótico do público.


Em julho de 2015, a Fumaça retomou sua agenda de demonstrações e realizou uma apresentação na Cerimônia Militar de Entrega de Espadins da Turma Jaguar na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga/SP. O voo histórico no “Ninho das Águias” foi mais uma confirmação da forte ligação existente entre a Fumaça e os Cadetes, uma vez que a instituição foi criada para incentivá-los a confiarem em suas aptidões. O momento marcou a retomada das demonstrações após a conclusão do “Programa de Implantação da Aeronave A-29 Super Tucano no Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA).



Diante do reconhecimento nacional e internacional, concretizou-se como instrumento de difusão da política de Comunicação Social do Comando da Aeronáutica, atingindo um lugar de destaque nos principais meios de comunicação dos países por onde passa.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Olimpíadas na Telecartofilia

Os Jogos Olímpicos finalmente chegaram ao Rio de Janeiro. Era um sonho antigo da cidade, que ficou registrado em um cartão telefônico da Telebrás emitido em 1996.


Atualmente, com os telefones públicos em desuso, apenas um cartão com o chip da operadora Claro foi lançado para comemorar a realização da Olimpíada.


Mas se faltam cartões telefônicos dos Jogos Olímpicos do Rio, anteriormente já tivemos muitos exemplares com a temática. Em 1995, a Telebrás lançou a série Troféu Brasil de Atletismo em comemoração aos 50 anos do evento mais importante do atletismo no país.


Em 1996, a Telebrás lançou a série Medalhas de Ouro nos Jogos Olímpicos.


Na época, o Atletismo havia conquistado a medalha de ouro olímpica em 1952, 1956 e 1984.


O Judô tinha as medalhas de 1988 e 1992.


Na Vela, o Brasil conquistou sua primeira medalha de ouro em 1980.


E o Vôlei havia conquistado sua primeira medalha de ouro olímpica em 1992.


Em 1999, a Telerj lançou dois cartões telefônicos com os aros olímpicos em comemoração aos 60 anos da escola de educação física da UFRJ.


Em 2000, a Sercomtel emitiu um exemplar referente ao pré-olímpico de futebol em Londrina.


Também em 2000, a Telemar lançou uma série de 10 cartões telefônicos com os personagens da Turma do Xaxado.


E em Minas Gerais, a operadora lançou uma série de seis cartões telefônicos contando a história das principais modalidade esportivas dos jogos olímpicos.

 

Outra série de quatro cartões telefônicos da operadora também se referem à Olimpíada de Sydney em 2000.



Também com quatro cartões telefônicos, a Brasil Telecom lançou sua série em homenagem às modalidades olímpicas como ciclismo, iatismo, remo e vôlei de praia.


Outra série deste período, lançada pela Telemar, destaca os atletas paralímpicos.


A CTBC lançou uma bela série de 12 cartões telefônicos ainda sobre os jogos olímpicos de 2000.


Para finalizar, a Telemar lançou mais uma série de cinco cartões telefônicos sobre os jogos paralímpicos de Sydney.


Em 2004, a Telefônica lançou 28 cartões telefônicos sobre os esportes olímpicos.


Já a série Brasil Olímpico, da Telemar, são 34 cartões telefônicos em comemoração aos esportes da Olimpíada de Atenas.


E a Brasil Telecom lançou sua série de 11 cartões telefônicos chamada Ligue Ligue 14 Nas Olimpíadas.


Além de uma bela série sobre os atletas olímpicos brasileiros composta por onze cartões telefônicos.


A Telefônica também preparou uma série de 10 cartões telefônicos sobre a História das Olimpíadas,


E a CTBC lançou dois cartões comemorativos aos Jogos Olímpicos de 2004.


Em 2008, a Brasil Telecom também lançou uma série de cartões telefônicos dedicada aos esportes olímpicos.


Em 2012, a Oi estampou seus cartões telefônicos com os atletas medalhistas nos jogos de Londres.


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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Oi lança cartão de orelhão recarregável

A operadora Oi começou a testar em algumas cidades, como Manaus e Recife, o cartão recarregável para fazer ligações de orelhões.


As recargas poderão ser feitas em todos os atuais pontos de venda de cartões para orelhão e também nos pontos de venda de recargas para celular pré-pago Oi.


O cartão recarregável dá sequência a outras iniciativas com objetivo de revitalizar os telefones públicos. A Oi começou a testar em 2012, em Florianópolis, o orelhão que oferece acesso gratuito à internet por tecnologia wi-fi.

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Entrevista com Kátia Azevedo para TV UNIESP

Colecionadora e profunda conhecedora quando o assunto é cartões telefônicos, a carioca Kátia Azevedo tem um acervo com mais de 1 milhão de peças. Telecartofilista apaixonada, possui raridades no seu arquivo pessoal.



Para ela, os extintos cartões telefônicos eram uma mídia em potencial pois guardavam e replicavam conteúdos históricos, sociais e pedagógicos a milhares e milhares de brasileiros.

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!

Um dos temas com mais séries na telecartofilia são os cartões telefônicos comemorativos de Natal.


E, entre as séries mais populares, estão os puzzles ou quebra-cabeças.


Provavelmente, a maioria dos colecionadores possui alguma dessas séries comemorativas.


Além de decorar a coleção, as séries de Natal ajudam a contar a tradição da maior festa cristã.

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