Mostrando postagens com marcador cartao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cartao. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Oi lança cartão telefônico em homenagem ao Museu da Gente Sergipana

Em homenagem ao primeiro ano do Museu da Gente Sergipana, a Oi lançou um cartão telefônico com a imagem da fachada do museu.


O cartão com a fotografia de Márcio José Garcez Vieira, traz uma das principais atrações turísticas e mais visitadas do estado. Serão produzidos 50 mil exemplares, os cartões terão validade para todos os orelhões em território nacional e permanecerão em circulação durante os meses de novembro e dezembro em todo o país.


O museu é administrado pelo Instituto Banese e após um período de restauração, segue ganhando destaque nacional. Em quase 1 ano, o museu já recebeu uma média de 80 mil visitantes, além de visitantes de 25 países.

Telecartofilia é cultura! Colecione.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Tira-Dúvidas: Como saber a tiragem de um cartão antigo?

Nem todos os cartões telefônicos trazem a tiragem descrita no verso. Os cartões dos anos anteriores a 1996 deixam muitos colecionadores curiosos. Seria necessário recorrer aos catálogos, mas se você não tiver um disponível e quer descobrir a tiragem dos seus cartões seguem algumas dicas.

Apesar de não trazer a tiragem em números, os cartões traziam a sua tiragem em letras. Letras? Sim, um código utilizado pela Telebrás com uma série de informações para identificar o cartão. Se você entender esse código irá descobrir a tiragem e muitas outras informações úteis para sua coleção.

No canto inferior esquerdo está impresso um código como este:
<95.12> (1M IP 00) DFM H1>
95 indica o ano de fabricação;
12 indica o mês de fabricação dezembro;
1M (nº 1 e a letra M) correspondia ao código da tiragem 1.200.000;
IP indica a forma de comercialização do cartão Institucional Própria;
00 indica a empresa operadora produtora do cartão Telebrás;
DFM indica o tema ou o nome do cartão Distrito Federal Mapa;
H indica a quantidade de créditos do cartão 90;
1 indica o lote da tiragem 1º lote.

Códigos de Tiragem: A=10, B=100, C=1.000, D=10.000, E=20.000, F=50.000, G=100.000, H=200.000, I=500.000, J=1.000.000, L=1.100.000, M=1.200.000, N=1.300.000, O=1.400.000, P=1.500.000, Q=1.600.000, R=1.700.000, S=1.900.000, T=2.000.000, U=2.100.000, V=2.200.000, X=2.300.000, Z=2.400.000.

Códigos de Comercialização: IP=Institucional Própria, IT= Institucional de Terceiros, PP=Propaganda Própria, PT=Propaganda de Terceiros.

Códigos de Operadoras: 00=Telebrás, 01=Telesp, 02=Telerj, 03=Telest, 04=Telemig, 05=Telepar, 06=Telesc, 07=Telern, 08=Telpa, 09=Telebrasília, 10=Embratel, 11=Teleron, 12=Teleacre, 13=Teleamazon, 14=Telaima, 15=Telepará, 16=Teleamapá, 17=Telma, 18=Telepisa, 19=Teleceará, 20=Telpe, 21=Telasa, 22=Telergipe, 23=Telebahia, 24=Telegoiás, 25=Telemat, 26=Telems, 27=CTBC, 28=CTMR, 29=Ceterp, 30=Sercomtel, 31=CRT.

Códigos de Créditos: A=10, B=20, C=50, D=100, E=400, F=35, G=75, H=90.

Não entendeu? Clique aqui

Telecartofilia é cultura! Colecione cartões telefônicos.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Tira-dúvidas: Quanto vale o meu cartão telefônico?

Eva: Oi CRISTIANO, tem como eu visualizar a parte posterior do cartão do Romário? Abraços.

Cristiano Casagrande: Olá, Eva! O verso dos cartões da GPT são magnéticos. Ou seja, todo preto sem escrita. Não sei se você conhece os cartões ingleses. Eles utilizam um sistema
diferente. Tem mais alguns países que utilizam, mas são poucos. Todos os cartões anteriores a 1992 são cartões de teste.

Eva: Obrigada pela informação, sabes quanto vale esse cartão? Eu ganhei de um amigo alguns anos atrás um lote de cartões e tinha um com essas características. Mas não sabia se era verdadeiro ou não.

Cristiano Casagrande: Por favor detalhe melhor quais cartões antigos você recebeu desse amigo. Esse cartão foi utilizado apenas para testes em 1987 e é raríssimo. Um exemplar verdadeiro chega a custar em média 1500 reais.

Eva: Nossa que surpresa!!!!!!! Eu achei que ele não fosse real!!! Recebi na época também a Ponte Hercílio Luz no lacre, Tiê Sangue, e algumas mídias de Minas Gerais e Telefonica de São Paulo. Ele foi para o exterior e parou sua coleção passando-a para mim.


Bia: Olá, eu acabo de achar um cartão telefônico do mico leão dourado, pois trabalhei na Eco 92, infelizmente só guardei esse, tinha um bolo deles!!!! Como fazer para vendê-lo?

Cristiano Casagrande: Olá Bia! Esse é um dos cartões mais procurados pelos telecartofilistas. Pode-se dizer que é o cartão raro mais famoso do Brasil e o mais desejado também. As lojas de telecartofilia vendem pelo preço médio de 120 reais o cartão novo lacrado e 100 reais o cartão usado em bom estado de conservação. Agora é só achar um colecionador apaixonado pela coleção ou um comerciante entusiasmado disposto a adquirir esse belo cartão.

Clique aqui e deixe sua proposta pelo cartão da Bia

Para conhecer os outros cartões da Eco 92, a primeira série do Brasil, clique aqui

Telecartofilia é cultura! Colecione cartões telefônicos.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Telecartofilistas fazem abaixo-assinado por melhores cartões telefônicos





Quando o assunto é telecartofilia, os colecionadores suspiram. O saudosismo pelos velhos tempos é o sentimento geral. Velhos tempos? Sim. Uns 5 anos atrás quando as novas séries eram aguardadas com ansiedade por uma legião de novos colecionadores.


De vez em quando ouço por aí: "E a coleção como anda?" A resposta quase não varia: "Anda meio parada!" Não é para menos. Nos últimos anos, a emissão de novas séries pelas operadoras também "anda meio parada".


Quando a Telebrás foi privatizada, as empresas Telefônica, Telemar e BrasilTelecom assumiram a Telecartofia e até criaram setores para incentivá-la. Por que o apoio não continuou? Por que cada vez mais esse colecionismo mundial tem sido deixado de lado aqui no Brasil?


Por esses motivos que citei, lanço uma campanha nacional através de um abaixo-assinado para ser entregue às operadoras telefefônicas do Brasil.

Para assinar, clique aqui e escreva seu nome, a cidade que você mora e o seu e-mail. Aproveite para comentar e dar a sua opinião também.

Seus amigos ainda não assinaram? Participe e divulgue!

Telecartofilia é cultura! Colecione cartões telefônicos.

sábado, 20 de outubro de 2007

Leitores querem comprar cartões telefônicos

André: Olá Cristiano, tudo bem?!?!??! Eu sou um colecionador de cartões, eu li alguns recados seus em comunidades e vi seu blog, muito bom o blog, parabéns!!

Você saberia me informar algum site, seguro, para fazer compras de cartões telefonicos?? Tenho um coleção de cerca de 3.000 cartões entre séries completas e incompletas e gostaria de aumentá-la!!!

Pedro: Cara, vi seu blog queria saber se você conhece algum site de vendas de cartões para coleção. Se souber, pode me passar?!?!?

----------------------------------------

Como conheço muitos comerciantes, sugeri que me passasem a lista dos cartões que estão procurando para fazer uma busca pelas lojas de telecartofilia.

Quem tiver interesse em vender ou comprar cartões deixe seu nome e sua mensagem aqui.

Telecartofilia é cultura!
Colecione.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

O Rio Grande do Sul já foi um país independente?


A Casa das Sete Mulheres foi uma minisérie produzida pela Rede Globo no ano de 2003. Devido ao grande sucesso foi exibida novamente em 2007.

A história baseia-se no livro de mesmo nome da escritora gaúcha Letícia Wierzchowski, que por sua vez, baseou-se na Revolução Farroupilha para compor seu livro que une ficção e realidade.

Para os telecartofilistas, a Brasil Telecom lançou uma série de 22 cartões com imagens dos atores e cenas da minisérie. A emissão é de março de 2003 e a tiragem é de 110.000 cartões.

Dia 20 de setembro é feriado estadual no Rio Grande do Sul. A data está na bandeira do Estado juntamente com o título República Riograndense.

Afirmar que o Rio Grande do Sul chegou a ser uma república organizada independente do Brasil seria exagero. Mas realmente existiu um governo separatista que resistiu durante quase dez anos em uma sangrenta guerra contra o Império do Brasil.

Em 1835 a revolta eclodiu. Liderados por Bento Gonçalves, Davi Canabarro, Bento Manoel Ribeiro, e contando com a participação do italiano José Garibaldi, os revoltosos tomaram Porto Alegre. Com a ajuda das "companhias de guerrilhas", organizadas pelos estancieiros, o movimento estendeu-se por toda a Província.

Os farrapos conseguiram algumas vitórias, até que, em 1836, as forças imperiais conseguiram retomar Porto Alegre. No mesmo ano, Bento Gonçalves foi preso e enviado para a Bahia (Forte do Mar). O comando dos farrapos passou para José Gomes de Vasconcelos Jardim.

Em setembro de 1837, Bento Gonçalves conseguiu fugir da prisão, ao que parece com a ajuda dos maçons, embarcando para Buenos Aires de onde voltou para o Rio Grande do Sul, reassumindo o comando rebelde.

Em 1838 foi proclamada a República de Piratini, ou Rio-Grandense. Através de manifestos, o Governo da nova República esclarecia as razões do movimento, e atacava diretamente "a corte viciosa e corrompida".

Em 1839, a revolta atingiu a Província de Santa Catarina, onde os rebeldes tomaram Laguna, e proclamaram a República Juliana. Foi em Santa Catarina, nesse mesmo ano, que Garibaldi conheceu sua mulher, a brasileira Ana Maria de Jesus Ribeiro, chamada de Anita Garibaldi.

Anita, heroína brasileira, teve participação ativa ao lado de Garibaldi e, em 1848, quando o marido voltou para a Itália, ela o acompanhou e lutou junto com ele pela Unificação Italiana.

Com o Golpe da Maioridade, que deu início ao Governo pessoal de D. Pedro II, em 1840, o Governo concedeu anistia aos presos políticos do Período Regencial. Os rebeldes gaúchos não a aceitaram e continuaram a luta.

Eles não queriam a separação da Província do resto do Império, o que causaria a perda do mercado interno do charque, formado pelas outras Províncias, principalmente as do Centro-Sul. Defendendo idéias federalistas, procuravam na verdade preservar sua autonomia política e administrativa e seus interesses econômicos.

Em 1842, Luís Alves de Lima e Silva, o Barão de Caxias, que acabara de esmagar a Balaiada, foi nomeado presidente e chefe militar da Província do Rio Grande do Sul. Iniciando a chamada política de pacificação, Caxias com o apoio de Bento Manoel Ribeiro, antigo líder dos farrapos, aproveitou-se das divisões entre os rebeldes para fazer acordos em separado com seu chefes. Além disso, conseguiu impedir que os farroupilhas continuassem a receber armamentos vindos do Uruguai.

Em 1845 Caxias firmou com Davi Canabarro a Paz do Ponche Verde. Encerrava-se a Revolta dos Farrapos.

O acordo de paz foi muito vantajoso para os farroupilhas: anistia aos revoltosos; integração dos oficiais rebeldes ao Exército Imperial com suas patentes; liberdade para os escravos que haviam participado da guerra; taxação sobre o charque platino importado; pagamento pelo Império das dívidas da guerra e indicação pelos farrapos do presidente de sua Província.

Ao contrário do que ocorrera em outras Províncias, o tratamento dispensado aos rebeldes do Sul foi bastante diferente. O Governo mais negociou e cedeu do que reprimiu. Afinal de contas, os farrapos não deixavam de fazer parte da "boa sociedade".

Embora o movimento não tenha realizado a federação, consolidou o poder dos estancieiros no Sul.

Ainda em 1845, D. Pedro II visitou o Rio Grande do Sul, concretizando a reaproximação entre os membros da "boa sociedade", os que governavam a casa - as estâncias - e o Estado - o Governo. Luís Alves de Lima e Silva foi eleito senador pela Província, recebendo o título de Conde de Caxias.

Duque de Caxias, como é mais conhecido, tornou-se o único Duque do Império do Brasil em 1869 por seus serviços prestados nas guerras, sendo a última a Guerra do Paraguai.

Fonte: http://www.multirio.rj.gov.br/historia

Telecartofilia é cultura! Conheça os bastidores da minisérie A Casa das Sete Mulheres

sábado, 15 de setembro de 2007

O caso do cartão telefônico com Saddam Hussein


O cartão 53 da série História do Mundo pretendia apresentar um episódio recente e marcante da história mundial. Mas a polêmica envolvendo a Guerra do Iraque causou o recolhimento dos exemplares que ainda estavam sendo vendidos nas bancas do estado de São Paulo.


O texto no verso descreve o desenho: “Em 2003, o presidente dos Estados Unidos iniciou uma guerra contra Saddam Hussein, para tirá-lo do poder no Iraque. Considerado cúmplice do terrorismo contra os Estados Unidos pelo presidente americano, Hussein perdeu a guerra e foi capturado em dezembro do mesmo ano.”

A Telefônica havia emitido 200.000 cartões no mês de junho de 2005 e decidiu recolhê-los em 26 de julho, um dia após o Ministério Público Estadual em Ribeirão Preto ter anunciado que entraria com uma ação na Justiça contra a empresa. De acordo com a Promotoria, a imagem do cartão incita à violência, à intolerância racial e divulga apenas uma versão – a dos Estados Unidos – para o conflito no Iraque.

“A Telefônica lamenta o constrangimento que a edição do cartão telefônico retratando o fato histórico da Guerra no Iraque ocasionou ao público em geral e, em particular, a seus clientes”, desculpou-se a empresa afirmando que não teve a intenção de causar “inconvenientes”.

A denúncia partiu do publicitário Djalma Batigalhia que ficou chocado com a versão apresentada no cartão. “Isso é uma propaganda de uma guerra na qual o Brasil não entrou e que a Organização das Nações Unidas (ONU) foi contrária. É uma história mentirosa e preconceituosa. Por que não colocaram as posições do Brasil e da ONU sobre o conflito?”

Batigalhia lembrou que o motivo que o presidente Bush utilizou para a invasão foi a suposição de que o Iraque teria armas de destruição em massa. Assim, não haveria justificativa para apoiar a ação militar dos Estados Unidos e seus aliados. E explica sua iniciativa de procurar um promotor para retirar os cartões de circulação afirmando que essa distorção histórica poderia prejudicar a formação dos jovens que colecionam cartões telefônicos.

O recolhimento feito pela Telefônica certamente não foi a solução para o problema, já que muitos cartões já haviam sido vendidos. Mas, a decisão da Promotoria de Ribeirão Preto abriu a discussão do assunto e atraiu a atenção dos telecartofilistas que passaram a ter um cartão mais difícil para completar a interessante, e agora famosa, série História do Mundo.

Telecartofilia é cultura! Dê sua opinião sobre a polêmica

sábado, 1 de setembro de 2007

Salve as borboletas, colecione cartões telefônicos!

Um dos meus primeiros cartões internacionais trazia essa frase: "Rettet die Schmetterlinge, sammelt Telefonkarten!" e a imagem de uma coleção de cartões telefônicos em um expositor de madeira. Usando mais a lógica do que o meu conhecimento de alemão, deduzi que seria uma frase de incentivo à telecartofilia. Um tradutor eletrônico confirmou minha primeira impressão e me surpreendeu pela criatividade: "Salve as borboletas, colecione cartões telefônicos!"

Muitos anos depois, encontrei um colecionador de borboletas, não o clássico colecionador, mas um telecartofilista como eu. Em sua coleção havia vários cartões do Brasil e alguns do Uruguai e da Alemanha com o tema Borboletas. A beleza dos cartões era impressionante e me levou a pesquisar um pouco mais sobre o assunto. Para minha surpresa, descobri uma variedade de cartões telefônicos de todas as partes do mundo tão impressionante quanto a beleza dessa coleção temática.

Julian Prentki, da Polônia, apresenta cartões telefônicos de 44 países - 50 do Brasil - em seu site Butterflies on the Phonecards; Peter Domhardt, da Tailândia, reuniu 1846 cartões telefônicos de 83 países - 112 do Brasil - em seu site Peter's Phonecard Page; e Izzet Kirbas, da Turquia, conta com 906 cartões telefônicos de 81 países - 47 do Brasil - em seu site Turkcards. Nesses links, o telecartofilista brasileiro irá se surpreender ao encontrar tantos cartões sobre o tema em seu próprio país.

Uma das séries que mais se destacam é este bonito puzzle dos Emirados Árabes Unidos:



Lepidoptera, a ordem a que pertencem as mariposas significa "asas com escamas". Em espanhol utiliza-se o termo mariposa tanto para as de hábitos diurnos como noturnos. Em português, as mariposas são popularmente conhecidas como as noturnas que não possuem a mesma variedade de cores. Na verdade, é o mesmo animal, mas com pequenas diferenças em relação às antenas, coloração e hábitos.

O Brasil é um verdadeiro paraíso para as borboletas. O clima tropical e a abundância de flores cheias de néctar são extremamente propícios para o desenvolvimento desses insetos graciosos e diferentes. Borboletas despertam admiração e curiosidade. É difícil ela não ser percebida por onde passa. Muitos param para olhar, outros até afirmam que elas trazem sorte, mas poucos conhecem mais sobre esse interessante ser alado.

Telecartofilia é cultura! Tire suas dúvidas sobre as borboletas.

sábado, 18 de agosto de 2007

A arte e o artista do cartão "A Pátria" da série Museus

Descrição: A Pátria - Pedro Bruno
Série: Museus
Operadora: Telebrás
Emissão: 01/1996
Tiragem: 2.000.000
Fabricante: CSM
Créditos: 35

A Pátria é um dos quadros históricos mais famosos do Brasil. Pintada por Pedro Bruno em 1919, o óleo sobre tela pertence hoje ao Museu da República, no Rio de Janeiro e ilustra muitos livros escolares.

A riqueza de detalhes e o fiel retrato da época contribuem para a importância da obra. A recente proclamação da República inspirava e orgulhava os cidadãos brasileiros e os levava a sonhar com um futuro glorioso para a sua nação.

A arte apresenta mães trabalhando e cuidando de seus filhos em um ambiente familiar dedicadas à confecção de uma bandeira nacional. Um bebê brinca com uma estrela ainda por ser costurada à bandeira enquanto outra criança abraça carinhosamente parte da bandeira simbolizando carinho e o futuro do país.

Já as mulheres representam as mães que exerciam o trabalho de cuidar dos filhos, da casa e ainda auxiliavam no orçamento doméstico com serviços de costura. A tela retrata uma época em que as mulheres ainda nem sonhavam em trabalhar fora.

Com talento também para a poesia, o próprio artista expressou seu objetivo ao pintar a tela. "Eu quis cantar um hino às mães do Brasil; quis prostrar-me aos pés de todas as mães desta terra, cujo leite fecundo é a seiva divina que, alimentando vidas, cria povos construindo pátrias."

Pintor internacionalmente respeitado, o seu famoso quadro, A Pátria, figura no verso da nota de duzentos mil cruzeiros do antigo dinheiro brasileiro e no cartão telefônico da série Museus emitido pela Telebrás em 1996.

Telecatofilia é cultura! Saiba mais sobre Pedro Bruno